Saite da Vida

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Drogas e desrespeito aos pais

Hoje mais uma vez se repete uma cena em família que é o desrespeito aos pais. Na novela insensato coração há uma abordagem familiar sobre a cegueira de uma mãe em relação aos filhos, que não consegue ver a realidade sobre o caráter deles. No caso da novela que se inicia parece que é algo muito sério, mas é muito fácil uma mãe não perceber integralmente seus filhos quando a parceria conjugal não foi eficiente, e o pai foi desatento, ou melhor dizendo que delegou a tarefa da educação dos filhos para a mãe. Desamparada vai fazendo o melhor que pode, e mesmo quando os filhos crescem ainda os julga pequenos. Estes filhos percebendo a fragilidade materna vão aprendendo a tirar proveito da situação. De vez em quando se deparam com a falta de respeito, que algum filho faz ao levantar a voz retumbante como se fosse o chefe, o pai ou outra autoridade qualquer. As poucas vezes que isto aconteceu a pessoa estava alcoolizada, não escapando o pai, o sogro e a mãe naturalmente. Tendo ou não razão na sua briga, as três vezes foi um desrespeito à três autoridades importantes, o que leva a crer que poderia ser na rua em outra situação, quando a pessoa se coloca em situação de risco.
Nós pais introduzimos em nossos lares o ácool nas reuniões sociais, nos finais de semana. esquecidos que as crianças aprendem por um processo de imitação. Desde pequenos pedem para provar da bebida que está no copo, lá algum dia a criança ou bebê acaba experimentando, e logo gosta do torpor que vivencia. Numa próxima vez pede ao adulto outro golinho recebendo a recusa que não, que "está ruim". Está ruim, mas tal adulto continua sorvendo um copo atrás de outro, e a criança volta pedindo, 'eu quero tá ruim'. As crianças de doze, quatorze anos quando tomam seu primeiro pileque conhecido pela família, iniciou no alcoolismo com pelo menos dois anos de idade. Porque se fala tão pouco disso? Eu não fumo graças a Deus, mas me lembro de pedir à minha mãe aos cinco anos de idade para fumar do seu cigarro, isto é dar as bicadinhas, ou seja lá o que for. E ela dava algumas vezes. Estas duas drogas tão perniciosas não são verdadeiramente proibidas, pelo contrário incentivadas, mesmo em propagandas ou mensagens subliminares. Depois soma-se a maconha, segundo dizem das drogas a mais benigna. Dizem que o maconheiro não faz nada, que fica apenas vagabundo. Cria o hábito de procrastinar suas responsabilidades, deixando sempre para depois as tarefas rotineiras. Segundo os fisilogistas o uso contínuo, após alguns anos vai deixando o usuário insensível, e eu observei em um parente consanguíneo que diz fumar mais de vinte cigarros por dia, sem bebida, se tornou ansioso, agressivo, agitado. Quando combinada ao ácool esta pessoa pode se tornar uma bomba explosiva. É quando acontecem as grandes tragédias familiares, ou na rua entre grupos.
Quando a mãe diz que amanhã terá uma conversa definitiva, o filho joga a chave do carro no chão bem longe de onde estão encerrando a cena espatifando o alarme do carro, tema da discussão.

2 comentários:

Toninhobira disse...

Sim Helena há uma grande falha no processo de educação, muitas vezes nao sentidos e ou percebidos e quandos e toma conta, já esta perdida a partida,para todas a mazelas desta vida,gerando seres inacabados e esfarrapados de personalidade e moral.Que os meios de comunicação façam bem o trabalho de apertar esta tecla de maneira inteligente,que possa ser uma ferramenta de orientação.Boa reflexão para este tema que precisa ser encarado sem medo,pois a coisa esta cada vez mais grave amiga.Bom ter voce na minha pagina.Meu abraço e tudo de paz e que estas aguas nãos lhes cause transtornos.Minha admiração.Bju de luz nos seus dias com toda harmonia na familia.

Anônimo disse...

isso nao presta

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